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Torsion Spring Technology: Shaper’s Concept

A ideia por trás da Torsion Spring é primeiramente que as bordas se comuniquem; com a longarina temos uma barreira que impede que a torção sofrida por uma borda não se reflita na outra. A prancha de surf está constamemente sobre pressão, nas viradas, batidas, cut backs , enfim toda e qualquer manobra é feita com pressão sob a prancha que flexiona sob o surfista, carregando uma inercia que se explode na manobra, quando a prancha retorna para o “normal” o que chamamos de SPRING BACK. A concepção da TS é a comunicação entre as bordas e a flexibilidade, o SPRING BACK. Pranchas de poliuretano tem uma razoável flexibilidade quando muito novas, o que se perde rapidamente com o tempo já que resina polyester e o bloco de poliuretano tendem a ficar rígidos com o tempo. A TS mantém a flexibilidade por praticamente toda a sua vida útil.

Utilizando uma fita de carbono e kevlar, conseguimos a rigidez suficiente com o carbono para que a prancha não fique muito flexível, e com o Kevlar temos um amortecedor de choques, já que o Kevlar absorve os impactos reduzindo-os até zero, o que é o caso dos coletes à prova de balas, todos feitos exclusivamente com Kevlar. Assim a prancha absorve os impactos, deixando a prancha flexível aonde o carbono misturado nos dá a rigidez mínima necessária. Esta fita mantem estas características por toda sua vida útil, diferente da longarina que por ser madeira, resseca e endurece com tempo.

A forma que a fita é colocada na prancha foi desenvolvida para que a rabeta tenha ainda mais flexibilidade porque na altura das quilhas, a fita sai da borda e sobe para o deck, deixando a rabeta mais forte e mais flexível.